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Exposição reúne gravuras raras de Goeldi

Publicado em 14/11/2019
Fonte: Terra

Coleção que pertenceu à artista Lygia Pape é exibida no Escritório de Arte Paulo Kuczynski



Num texto publicado há alguns anos, o crítico Ronaldo Brito, destacando a ressonância da gravura de Goeldi entre os contemporâneos, escreveu que sua obra "é a única que mantém um diálogo vivo com a arte moderna brasileira, desde que ela atinge a sua maioridade, no início dos anos 1950, até nossos dias". E citava uma série de artistas que, de alguma forma, fizeram uso dessa herança: Amilcar de Castro, Iberê Camargo e Lygia Pape, que, nos anos 1960, segundo Brito, fizera uma associação original entre a xilogravura brasileira, inspirada em Goeldi, e o construtivismo geométrico. Como prova disso associou uma premiada xilogravura de Goeldi, Silêncio (1957), a outra xilo de Lygia Pape, Tecelar (1958), que faz referência ao mestre com linhas diagonais e quadrados que remetem às janelas e linhas das casas da paisagem saturnina do artista - uma paisagem com dois solitários que Brito define como sua versão pessoal de "minimalismo expressionista".



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